Psicoterapias Psychotherapy Psychothérapie Psicoterpia

Este é um blog destinado a abordar questões ligadas ao tema da psicoterapia. Vivemos num mundo plural de configurações familiares diversas; arranjos conjugais que variam de acordo com parâmetros profissionais e/ou orientações sexuais; papéis múltiplos desempenhados por mulheres e homens. Estes seres humanos são seres pluridimensionais.Da mesma forma, a psicoterapia se desdobrou em múltiplas abordagens - para atendê-los.

sábado, 28 de julho de 2012

Fazendo Gênero 10

Seminário Internacional em Florianópolis: IMPERDÍVEL
Postado por Marília Saldanha às 17:58 Nenhum comentário:
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Aqui o propósito principal consiste em fazer circular ideias sobre o processo de Psicoterapia e sobre este campo do saber.
E que de alguma forma, esta veiculação facilite quem busca dar aos seus problemas emocionais, um encaminhamento seguro.

Quem sou

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Marília Saldanha
Porto Alegre, RS, Brazil
Psicóloga, Psicoterapeuta feminista, Pesquisadora de Gênero, Mestre* em Psicologia pela PUC Rio. Em minha prática clínica venho trabalhando com pressupostos da Psicanálise e da Psicoterapia Reichiana. Autores importantes que vem norteando meu trabalho: Freud e Reich. Influência recente: Edgar Morin. Autoras que leio vigorosamente: Elisabeth Badinter e Rosiska Darcy de Oliveira. *Dissertação de Mestrado está on line: www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br CLICAR: ETDs / por autor/ M/ Filtro/ Marília Saldanha da Silva
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currículo no LATTES, dissertação on line na MAXWELL

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  • http://www.feminismo.org.br
  • http://www.worldpsyche.org

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PSICOTERAPIA

Em linhas bem gerais, se constitui num método de tratamento para os distúrbios /psíquicos/psicossociais / psicossomáticos que se utiliza de meios psicológicos e da relação entre o psicoterapeuta e seu paciente.

É um campo de saber que incorpora saberes de outras disciplinas. Há zonas de contato com a Antropologia, Sociologia, Filosofia, Biologia para citar algumas.

Cada abordagem tem uma concepção do ser humano que pode diferir entre si. Algumas abordagens se aproximam mais da Filosofia e outras mais da Biologia e assim por diante. Há também as abordagens que se propõem ser mais integrativas e que se apropriam de vários aspectos e conceitos de várias disciplinas simultaneamente. A visão pode ser mais mecanicista e determinista; ter uma perspectiva de liberdade e de uma permanente possibilidade de um vir a ser; pode estar centrada na dimensão social e no modo como as pessoas organizam e desempenham seus papeis na sua rede de relações; pode ser uma concepção biopsicossocial.

PACIENTES

Certos pacientes chegam no consultório com motivações difusas, não muito claras. Reconhecem que precisam de ajuda para transformar suas vidas, mas não sabem direito o que fazer para deixar de sofrer ou para administrar sua vida relacional de maneira a sofrer menos. Outras pessoas chegam com questões pontuais e sabem o que as levou até o consultório. Querem mudar em determinados aspectos, mas não sabem como. Há também as que marcam entrevista porque alguém importante em suas vidas as encorajou a dar este passo. Os outros parecem saber mais delas do que elas próprias.

São muitas as motivações:

Desorientação profissional, solidão, depressão, fobias, separação conjugal, problemas na conjugalidade, perdas [afetivas, financeiras].

Discriminações étnico-raciais, de gênero, transgênero, de orientação sexual que podem produzir baixa auto estima, além de traumas indeléveis.

Apesar da trajetória ser árdua, é gratificante acompanhar cada pessoa na sua batalha pessoal de se (re)descobrir e enfrentar seus mais diversos “fantasmas”, reescrever suas histórias e ousar fazer diferente. Cada subjetividade e cada narrativa me coloca diante de um grande desafio: ouvir os relatos com empatia e afinar com cada paciente para fazer dos encontros terapêuticos, encontros significativamente humanos.

Propósito

Este Blog é um espaço de circulação de ideias a respeito da temática psicoterapia.

Pretende abordar os obstáculos internos:
conflitos, dúvidas, ideias distorcidas, desconhecimento,emoções diversas.

incluindo os externos:

contexto socioeconômico e cultural
que impedem ou postergam a decisão de começar o processo.

Outra ideia que permeia a confecção deste Blog é abordar a psicoterapia em si. Suas possibilidades, eficácias e limites.


Prefiro chamar pacientes e não clientes, as pessoas com quem estabeleço relações terapêuticas. Dentre estas duas opções, paciente remete a questões ligadas à saúde, sua melhora e manutenção. É aquela pessoa que consulta um profissional da saúde.

Associar paciente à paciência pode ser interessante também. Importante discriminar o se tornar paciente de ter atitudes passivas ou de ter um padrão mais passivo. Desenvolver paciência significa desenvolver controle emocional equilibrado ao longo do tempo; a capacidade de persistir em uma atividade difícil e renovar/recriar esperanças; descobrir o momento mais apropriado p as ações; tolerar o que ainda não sabe ou não tem certeza; aprender os recursos internos para se libertar, diminuir, dominar a ansiedade.

O próprio processo de psicoterapia é em si um exercício de paciência. Paciência com o seu próprio tempo de realizações, alterações, paradas e recomeços. Psicoterapia e Paciência convergem num ponto: Movimento.

Cliente é uma outra forma de denominar a pessoa que faz terapia e que é incorporada no jargão dos psicoterapeutas.



























































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